Um dia ele a convidou para dançar.
Pegou a mão dela, deu um beijo e levou-a para o meio do salão.
Ali os dois dançaram, ela com a cabeça levemente recostada no ombro dele.
Olhos fechados...
A dança era tão suave que eles nem perceberam que a música acabara.
Ficaram ali dançando por meses esperando que a eternidade os engolisse.
Ada Kiau
Me alimento dessa carência porque ela acaba me completando de algum modo. Entendo que a gente precisa do físico, do afago, do carinho de um abraço diferente. Deve-se pensar sem culpa, porque o outro não sente, nem vê. Ada Kiau
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